Grammaton - Total liberdade criativa


...


Já pararam para pensar no valor, no significao que as retiscências podem ter? Sinceramente, nunca parei... Mas sempre que tenho algo me ocupando a cabeça, sempre que me pego a divagar dentro de minha cabeça, comigo mesmo, sem compartilhar com ninguém, tudo que eu penso são em retiscências... Quando estou em fases assim, fico mais calado, introspectivo, é a palavra mais correta a se utilizar... E, estou em uma fase assim... Pensando, colocando a cabeça no lugar, vendo tudo que aos poucos vou surgindo em minha vida, tentando entender que mensagem está querendo ser passada, se é que tem alguma mensagem em isso tudo... A verdade é que não sei de nada, o grande momento do "sei lá", que sempre me acompanha quando estou pensando em retiscências... E, agora, estou divagando por aqui... Só posso ser doido... Vou terminando então...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 09h17
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Momento musical


E o momento musical retorna ao blog, para alegria de alguns e para a tristeza de outros que acham um porre as músicas que eu escuto... hehehehe... Mas, bom... Essa música que coloco o clipe aí para vocês verem é lindíssima... De Rufus Wainwright, Oh What A World... Espero que gostem





Escrito por Adolfo Sunderhus às 10h20
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Aguardo...


Espero,
Como devo esperar,
Entrego,
Como posso entregar,
O destino,
O caminho,
Em busca de uma paz,
Em busca da tranquilidade,
A qual já tive,
A qual pareceu real e concreta algumas vezes,
E que,
Agora,
Me faz falta,
Mas vejo ao longe,
Sei lá...
Acho que não vejo nada...


Escrito por Adolfo Sunderhus às 11h00
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Violência pela violência


A televisão tem fases, isso todos nós sabemos... Hoje, fase atual é mostrar em todos os telejornais o imenso número de assassinatos por parte de policiais e tal... E, essa realmente é uma fase alarmante... Não pela atitude de mostrar assassinatos, mas sim por vermos em cores claras que a polícia que deveria defender os cidadãos brasileiros que pagam impostos e sustentam um sistema de segurança pública está simplesmente desorientada, desamparada, despreparada... O que eu vi agora há pouco, de políciais "arrancando" de dentro de um carro o qual eles haviam alvejado um homem ferido ainda vivo sem cuidado algum... Se o homem não tinha nada, com certeza, puxado daquela forma, saiu pelo menos com um braço deslocado... É absurda a polícia nacional... Ridículo, assustador...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h32
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Mulheres que tem filhos e mães


É simplesmente incrível, pelo menos eu acho, ver uma mãe de verdade. Admiro e muito aquela mulher que é mãe mesmo. Não estou falando simplesmente de uma mulher que tem filhos. Não mesmo. Há uma grande diferença, mesmo que não pareça, entre a mulher que tem filhos e aquela mulher que é mãe. Uma diferença sutil, mas que para a criança é uma diferença enorme.

Uma mulher que tem filhos é muito simples de você identificar. É só prestar atenção. A mulher que tem filhos é aquela que trata seus filhos, suas crianças, como se elas fossem um estorvo, como se elas fossem um atraso na vida delas. A mulher que tem filhos fica feliz quando deixa a criança na escola e passa pelo portão da escola com um sorriso de alívio, pois ficará algumas horas sem ter de cuidar de seu rebento. Uma mulher que tem filhos não hesita em aceitar um convite para sair, mesmo não tendo, naquele momento, com quem deixar seu filho. Não, ela não hesita. Ela aceita o convite e logo em seguida liga pra primeira conhecida, mesmo que seja aquela vizinha com a qual ela mal troca bom dia, pra pedir que fique com a criança, mentindo e dizendo que tem um compromisso inadiável de última hora. Aí ela sai, enche a cara, chega tarde em casa e nem se dignifica em olhar no quarto da criança pra ver como ela está dormindo. Uma mulher que tem filhos leva qualquer homem para a casa dela e nem se preocupa com o fato de que o trânsito de diferentes seres masculinos na casa dela podem trazer algum trauma ou algum desconforto para a criança. A mulher que tem filhos não se preocupa em educar sua criança. Acha que toda e qualquer educação quem dá é a escola e trata o filho como se fosse um bichinho de estimação (e ainda há aquelas que tratam melhor o cachorro e o gatinho).

Já as mulheres que são mães estão em um outro patamar. As mulheres que são mães são seres superiores, serem inigualáveis. São mulheres fortíssimas, que tem o poder de transpor toda e qualquer barreira para que a felicidade de seus filhos seja alcançada. As mulheres que são mães educam seus filhos e filhas de verdade. Não deixam que estranhos quaisquer cuidem de suas crianças. Não hesitam em recusar um convite para sair, pois afinal de contas elas tem de cuidar de seus filhos em primeiro lugar. Elas vivem em função de seus filhos. Elas amam muito mais os filhos do que a elas mesmas. As mulheres que são mães tem um brilho no olhar, uma suavidade na voz, um jeito diferente até de escrever quando estão falando de seus filhos e até quando estão falando de coisas que não tem nada a ver com suas crianças. Elas tem uma maturidade belíssima. São mulheres que exalam beleza, que brilham por natureza. São mulheres fortes, são mulheres únicas.

Admiro as mulheres que são mães, pois elas sim são as mulheres mais incríveis e interessantes que existem no mundo. São mulheres de verdade. São mulheres que me chamam a atenção, mais que qualquer garotinha linda e fruto de academia que exista por aí. Elas tem conteúdo, tem vida, tem bagagem. São belas no sentido mais bonito da palavra, são belas por dentro, belas em sua cabeça, belas em seu conhecimento, belas em seu coração.



Escrito por Adolfo Sunderhus às 20h00
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Fala mestra! Fala mestre! É preciso ouvir a voz do professorado - Sergio Haddad



A imagem do professorado da escola pública está desgastada. A cobertura da educação na mídia é o espelho desse desgaste. Uma vez ao ano, no Dia do Professor, os meios de comunicação esforçam-se para mostrar profissionais travestidos de heróis – sempre um exemplo individual de uma pessoa boa e comprometida que não exerce uma profissão, mas sim um sacerdócio.

No coletivo, como categoria profissional, o professorado de escola pública só aparece na mídia de forma negativa. Quase sempre a ele é imputada a responsabilidade sobre todos os males do ensino: ou é mal formado, ou sem interesse, ou falta muito às aulas, ou é incompetente, ou é corporativo, só pensa no salário e na carreira e não nos alunos ou, ainda, é um coitado, vítima da violência dos próprios alunos.

Quase sempre a voz que aparece nos meios de comunicação é a voz dos dirigentes ou dos chamados especialistas e nunca do professorado. Entre os “especialistas”, ultimamente, quem mais tem falado são os empresários. Falam do sentido de uma educação para o desenvolvimento e para a economia, criticam o modelo de gestão, falam em produtividade do sistema e em como obter melhores respostas com menores custos. Se pudessem, substituiriam os professores por máquinas, pois podem ser domadas.

As soluções apresentadas para a melhoria da qualidade sempre são definidas independente dos professores, por cima deles, dando por princípio que eles são pacientes das reformas e não agentes. Afinal, se são culpados por todos os males, porque então tomá-los em consideração?

O silêncio dos professores e das professoras da escola pública é um reflexo de dois fenômenos complementares: de um lado a desvalorização do trabalho do docente, por outro, a existência de mecanismos repressivos que impedem o seu livre expressar.

Já de muito o trabalho docente vem sendo deixado de ser considerado como fundamental. Seu lugar social e o seu papel foram sendo desprestigiados pelas contínuas reformas educativas que em seu nome são implementadas. Inicialmente, pela constante desvalorização do seu salário o que torna o trabalho docente desprestigiado frente às demais categorias profissionais, além de evasão de quadros e da super exploração daqueles que para viver têm que estar em muitos lugares ao mesmo tempo para poder pagar as suas contas. O excesso de trabalho, além de prejudicar a saúde do professor, não permite que ele prepare bem as suas aulas, que se atualize, que mantenha condições de ter um acompanhamento mais próximo dos seus alunos. O professor, desta forma, é levado a se desumanizar e passa a ser um “dador” de aulas, que entra na sala quase sempre de forma mecânica para cumprir suas muitas jornadas de trabalho. Sua voz tende a ser a da repetição, e não a da criação, da discussão, da produção de conhecimentos.

Mas as reformas também pouco se preocupam com a prática do professor, com a sua experiência de trabalho, afinal, dizem os dirigentes, é preciso instrumentalizá-los para que exerçam sua profissão com qualidade. Não é necessário pensar, basta um currículo centralizado, um material didático descritivo nas mãos dos professores, e orientações de como transmitir o conteúdo. As avaliações de massa servem para que os alunos se comparem quanto ao seu desempenho, no jogo do mercado educacional, e assim busquem, por vontade própria, aprender o não aprendido ou mudar de escola ou de professor. E assim vamos seguindo de reforma em reforma, de cima para baixo, tentando fazer da profissão docente uma peça na engrenagem constituída de fora para dentro das salas de aulas.

Mas então por que os professores não se expressam sobre suas condições de trabalho, sobre as mudanças que julgam necessárias, sobre o ofício de docente?

Em conversas com jornalistas sobre a ausência da voz do professorado nas reportagens e matérias sobre políticas educacionais, foi identificado o tolhimento da sua expressão livre, baseado em mecanismos repressivos explícitos ou não.

Uma das formas de tolhimento da voz do professor é o Estatuto dos Funcionários Públicos. Conforme levantamento realizado pelo Observatório da Educação da Ação Educativa em 25 Estados do País , em 18 deles professores e outros servidores têm sua liberdade de expressão cerceada. O texto varia entre os Estados, mas, de um modo geral, “tem o mesmo sentido: proíbe que funcionários públicos emitam publicamente opinião a respeito de atos da administração. Na prática, o artigo permite que a crítica a uma política pública de educação, por exemplo, seja punida como referência depreciativa.” Dos 18 Estados identificados, em 10 os Estatutos foram produzidos durante a ditadura militar e até o momento não houve revogação; já nos outros 8 Estados, as leis já nasceram inconstitucionais, pois foram elaboradas na década de 1990.

Aplicado ou não o Estatuto nos dias de hoje, a grande verdade é que ele permanece como uma espada sobre a voz pública do professor, condicionando-o a pedir permissão aos seus superiores para poder expressar sua opinião, em particular em relação às políticas dos seus governos.

A escola pública tem sido muito criticada, mas não há condições de resgate da sua qualidade sem a participação ativa dos seus professores e professoras. Participação ativa significa uma participação humanizadora, respeitadora da sua condição de profissional, que é ao mesmo tempo transmissor de conhecimentos, mas, fundamentalmente, produtor de conhecimentos. Isto significa que respeitar a sua dignidade é respeitar a sua capacidade de analisar a sua prática e construir os instrumentos e conhecimentos necessários ao seu aprimoramento como profissional. Só há aprendizagem quando ela ocorre de dentro para fora, quando o docente se identifica em sua prática cotidiana como profissional e faz dela seu vínculo com seus alunos, com seus colegas, com a comunidade onde a escola está inserida.

O professor é o principal elo entre o aluno, sua vida e o conhecimento. Só ele é capaz de impor qualidade e isto significa que seu papel e sua voz são fundamentais. Reformas educativas que não consideram isto tendem a violentar a profissão docente e estão fadadas ao fracasso. Leis que amordaçam o professorado ou criam ambientes de tolhimento da liberdade de expressão, tendem a calar a participação docente com sua experiência e conhecimentos como o principal instrumento para a melhoria da escola pública. A voz do professorado é essencial na construção da educação pública, universal e de qualidade, por isso...

Fala mestra!, Fala mestre!

Sérgio Haddad é economista, doutor em educação, coordenador geral da Ação Educativa e Diretor Presidente do Fundo Brasil de Direitos Humanos. Correio eletrônico: sergio@acaoeducativa.org




Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h46
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Pra quê serve?

Fico me perguntando nessas últimas semanas o motivo pelo qual fazemos algumas coisas e temos algumas coisas que simplesmente não fazem falta e que antes de elas existirem a gente conseguia viver normalmente... Não vou entrar no mérito de que se fossemos voltar no tempo nessa questão voltaríamos a viver sem energia elétrica e dentro das cavernas... Sem excessos... Mas, o que eu venho questionando ultimamente é para que algumas pessoas fazem parte de um site de relacionamento como o Orkut... Eu me pergunto ultimamente para quê existe o Orkut... Já passei por todas as fases que se tem notícia nesse site... A fase inicial, da empolgação... Depois a fase da neurose e tendo como característica apagar todos os recados após lê-los e respondê-los... A fase de "não preciso mais disso e vou deletar e depois voltar pouco depois"... A fase de tornar o Orkut completamente impessoal... E agora a fase de "dane-se, a vida é minha..." Mas, tenho me perguntado realmente para quê serve ele... Legal, eu mesmo falo, ele ajuda para mantermos contato com antigos amigos e tal... Mas, fico pensando... Se a pessoa tem tempo para entrar no Orkut, ela tem tempo pra responder um email tb... A questão é que, como disse uma amiga de um amigo meu, "Existe vida na internet fora do Orkut", e eu estou pensando em curtir essa vida que existe fora e que eu tinha antes de fazer meu Orkut anos atrás, pq ela pode me privar de alguns transtornos e inconvenientes, acredito eu...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h29
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Conquistas


A felicidade quando conseguimos conquistar algo que almejamos sempre é grande, não é mesmo? Confesso que a minha está lá na estratosfera... E, não é pra menos... Graças a Deus estou tendo várias e várias felicidades... Consegui emprego em uma boa escola, que não é perfeita, pois nenhum ambiente de trabalho é perfeito, mas que tem suas grandes vantagens... Reconhecimento do profissional, pagamentos em dia e por aí vai... Continuo desempenhando a função para qual eu me dediquei durante boa parte de minha vida, continuo em sala de aula, dando minhas aulinhas, tendo meus alunos... Alguns me dando felicidades, outros me dando aporrinhação (hehehe)... Mas, também, nada que não seja normal, afinal são todos adolescentes e eu lembro muito bem do quanto eu importunava alguns professores meus (a única diferença é que agora eu sou o importunado, e não mais o importunador - essa palavra existe?)... Além disso tudo, uma conquista material a qual eu queria desde que tirei minha carteira de motorista... COMPREI MEU CARRO!!! Simpleszinho, mas com luxo... Tem ar-condicionado!!! Olha só que chique... E tem um som massa tb... Apenas pra ambientalizar o interior do carro, nada pra dar festa... Mas, massa... Do jeito que eu queria... É um Fiestazinho branco, 01/02... Mais novo do que eu tava imaginando que poderia comprar... Vou ficar um bom tempo pagando ele (cinco anos)... Mas, bom... Classe média só consegue comprar as coisas graças ao "Sr. Financiamento"... Mas, bom... Hoje eu tô exclusivamente externalizando a minha felicidade pela minha conquista mesmo... Futilidade no blog abandonado... E, bom... Não vou encerrar o post promentendo que vou tentar dar mais atenção ao blog pq volta e meia eu faço isso e vcs sabem muito bem que eu desapareço... Então...

Até qualquer dia desses...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 12h35
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Apenas...


Para ser bem sincero com todos e comigo mesmo, nem sei mais porque eu comecei a escrever esse post... Sabe aqueles momentos em que você simplesmente tem vontade de escrever e mais nada além disso? Sei lá, acho que estou em um desses momentos... Mas, estou porque não estou me sentindo lá muito bem comigo mesmo... A verdade é que não venho me sentindo muito bem comigo mesmo já tem algum tempo... Eu sei lá porque, a questão é justamente essa... Simplesmente, sei lá... Sinto-me triste... Sinto-me vazio... É esquisito, estranho demais da conta... Não sei dizer realmente o que sinto... Se assemelha a frustração... Agora, porque me sinto frustrado é uma pergunta deveras interessante de ser feita, principalmente pelo fato de que muitas coisas boas tem acontecido comigo ultimamente... Mas, sei lá... Tem algumas coisas na minha vida que não tem andado como eu gostaria que andassem... Mas, na vida de qualquer um é assim, né? Sei lá... Só sei que simplesmente estou eu aqui, plena terça-feira, com coisa pra fazer, com trabalho aqui do meu lado em cima da minha cama me esperando e escrevendo, me lamuriando num blog ao qual tem tempo que não dou atenção... Só posso estar louco...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 19h24
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Momentos musicais ainda...


Em uma realidade tão estranha como anda a nossa ultimamente, prefiro continuar nos momentos musicais aqui no blog do que perder tempo comentando sobre um portal de internet que censurou sumariamente seu colunista... Ou então perder tempo falando da dengue e do descaso da saúde pública do Rio de Janeiro... Ou então perder tempo falando das insanidades que uma mulher cometeu semanas atrás torturando sua filha adotiva... Ou então perder tempo falando... falando... Falando... Sobre tudo que acontece e que nada se resolve em um pré-apocalipse que se mostra claro para qualquer um ver mas que devido a pequenês da sociedade de uma forma geral, nada é feito para se mudar o resultado que todos nós sabemos que virá...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 16h02
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E tem esse ainda, que é ainda mais lindo...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h31
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Momento musical - Regina Spektor


Conheci essa cantora há alguns meses... A voz dela é hipnotizante... Suave e belíssima... Esse clipe dela é muito legal...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h28
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Garota mais linda do mundo


Quero um dia encontrar
Aquela que eu considere,
Mais linda,
Bela,
Perfeita,
Dentro de seus defeitos,
Em meio a suas limitações,

Sim...
Porque,
Ser assim,
Perfeita,
Incrível,
É algo tão pessoal,
Tão único,
Que mesmo não sendo assim "perfeito"
Não deixa de ser,
Perfeito...


Escrito por Adolfo Sunderhus às 21h24
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Mulheres...


Presente de Deus,
Para nós homens,
Que estávamos sozinhos
Na imensidão perfeita do paraíso,
Em meio a animais,
Que tinham todos seus pares
Enquanto nós homens, estávamos ali,
Sozinhos,
Incompletos,
Tristes...

Então Deus,
Em sua enorme sabedoria e bondade,
Deu-nos um presente...
E que perfeito,
Que maravilhoso,
Que belo,
E...
Estupendo
Foi esse presente...

Hoje somos todos apaixonados por elas...
Dependente, de todas as formas possíveis e imagináveis,
Somos desse presente...
Um presente divino,
Peculiar
Único...
E belo...
A...
Mulher...



Escrito por Adolfo Sunderhus às 07h42
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O "big" texto que tá abaixo é de um teste que eu fiz num site que Kemi, uma grande amiga minha, disponibilizou no blog dela (http://sonhosdevento.zip.net)... Aqueles que quiserem fazer o teste, é só entrar no site...

http://wiki.inspiira.org/view/Persona/TesteSimplificado

Escrito por Adolfo Sunderhus às 19h40
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